Classificação final do GP da temporada 2.001
| Pos. |
Piloto |
Nº |
País |
Equipe |
Motor |
Tempo (s) |
| 1º |
Mika Hakkinen |
3 |
FIN |
McLaren |
Mercedes |
1:32:42,840 |
| 2º |
Michael Schumacher |
1 |
ALE |
Ferrari |
Ferrari |
+11,046 |
| 3º |
David Coulthard |
4 |
ING |
McLaren |
Mercedes |
+12,043 |
| 4º |
Jarno Trulli |
12 |
ITA |
Jordan |
Honda |
+57,423 |
| 5º |
Eddie Irvine |
18 |
IRL |
Jaguar |
Cosworth |
+72,434 |
| 6º |
Nick Heidfeld |
16 |
ALE |
Sauber |
Petronas |
+72,996 |
| 7º |
Jean Alesi |
11 |
FRA |
Jordan |
Honda |
-1 volta |
| 8º |
Giancarlo Fisichella |
7 |
ITA |
Benetton |
Renault |
-1 volta |
| 9º |
Jenson Button |
8 |
ING |
Benetton |
Renault |
-1 volta |
| 10º |
Heinz-Harald Frentzen |
22 |
ALE |
Prost |
Acer |
-1 volta |
| 11º |
Olivier Panis |
9 |
FRA |
BAR |
Honda |
-1 volta |
| 12º |
Pedro de la Rosa |
19 |
ESP |
Jaguar |
Cosworth |
-1 volta |
| 13º |
Enrique Bernoldi |
15 |
BRA |
Arrows |
Asiatech |
-1 volta |
| 14º |
Tomas Enge |
23 |
TCH |
Prost |
Acer |
-1 volta |
| 15º |
Rubens Barrichello |
2 |
BRA |
Ferrari |
Ferrari |
-2 voltas |
| 16º |
Jacques Villeneuve |
10 |
CAN |
BAR |
Honda |
-27 voltas(NQ) |
| 17º |
Jos Verstappen |
14 |
HOL |
Arrows |
Asiatech |
-27 voltas(NQ) |
| 18º |
Alex Yoong |
21 |
MAL |
Minardi |
European |
-33 voltas(NQ) |
| 19º |
Fernando Alonso |
20 |
ESP |
Minardi |
European |
-34 voltas(NQ) |
| 20º |
Juan Pablo Montoya |
6 |
COL |
Williams |
BMW |
-35 voltas(NQ) |
| 21º |
Ralf Schumacher |
5 |
ALE |
Williams |
BMW |
-36 voltas(NQ) |
| 22º |
Kimi Raikkonen |
17 |
FIN |
Sauber |
Petronas |
-69 voltas(NQ) |
| Recordista deste GP |
Juan Pablo Montoya |
volta # 35 |
à 202,708 km/h |
1min 14,448s |
Fatos da
Corrida:
Atenção: o piloto Jarno Trulli perdeu seus 3 pontos,
devido a irregularidades na prancha de madeira que é colocada no assoalho dos
carros. A sua prancha estava abaixo da espessura mínima, ao final do GP. Mas
após examinar um recurso da equipe Jordan, após o encerramento do campeonato,
a FIA devolveu os pontos a Trulli, definindo o resultado oficial do GP dos EUA
como o realmente obtido na pista.
O finlandês Mika Hakkinen venceu o GP dos EUA, disputado no circuito de Indianápolis.
Hakkinen fez apenas uma parada nos boxes e estava na frente do brasileiro Rubens Barrichello, que acabou fazendo uma estratégia mais arriscada e parando duas
vezes. O brasileiro teve problemas em sua Ferrari e abandonou a duas voltas do final.
Em segundo chegou o alemão Michael Schumacher, companheiro de Barrichello na Ferrari, com o escocês David Coulthard, da McLaren, em terceiro.
Completando a zona de pontuação em Indianápolis, chegaram o italiano Jarno Trulli, da Jordan, o irlandês Eddie Irvine, da Jaguar, e o alemão Nick Heidfeld, da Sauber.
A prova
Na largada, Schumacher manteve a primeira colocação, com Montoya pulando para segundo. Barrichello saiu muito bem, deixando Hakkinen e Ralf para trás e assumindo a terceira colocação.
Logo na terceira volta, com o carro mais leve, Barrichello colou em Montoya e ultrapassou no fim da reta principal de Indianápolis. Três voltas depois, Schumacher abriu para seu companheiro de equipe e deixou Barrichello na liderança.
Na 27ª volta, quando tinha 13 segundos de vantagem para Schumacher, Barrichello fez sua primeira parada. Ele ficou 8,6 segundos nos boxes e voltou em quinto. Mais tarde entrou Ralf nos boxes -os
demais líderes, Michael Schumacher, Montoya, Hakkinen e Coulthard deixavam clara a estratégia de apenas uma parada.
Na 33ª volta, Montoya ultrapassou Schumacher no fim da reta, de forma
inesperada, assumindo a segunda colocação. Duas voltas depois, o colombiano fez seu pit stop. No retorno à pista, Montoya deu duas voltas e acabou tendo problemas no seu Williams, sendo obrigado a abandonar.
Após Schumacher parar nos boxes os pilotos da McLaren assumiram as duas primeiras colocações, com Barrichello em terceiro lugar.
Na 45ª volta, Hakkinen fez seu pit e voltou na frente de Schumacher. Barrichello parou somente cinco voltas mais tarde, depois de uma boa seqüência de voltas rápidas. Voltou em segundo, na frente de Schumacher e Coulthard.
O brasileiro rapidamente tirou a diferença para Hakkinen e dava a impressão de que ultrapassaria o finlandês rumo a vitória. A vantagem de Hakkinen, de mais de 7 segundos, já era de 2,3, apenas.
Mas Barrichello passou a ter problemas na sua Ferrari e começou a perder terreno. A
quatro voltas do final, seu motor "fumava" muito, mas o brasileiro permaneceu na pista.
Sem rendimento, foi ultrapassado por Schumacher, Coulthard e Trulli. A duas voltas do final, acabou tendo de abandonar. Barrichello mostrou muito abatimento, já que tinha
todas as chances de passar o finlandês e garantir a vitória em Indianápolis.
Hakkinen conquistou sua segunda vitória na temporada e garantiu para a McLaren o vice-campeonato do Mundial de construtores, à frente da Williams. O piloto finlandês já anunciou que não correrá na temporada que vem e será substituído na McLaren pelo seu compatriota Kimi Raikkonen.
Curiosidades:
Por ter saído dos boxes sem permissão durante o warm-up, pela manhã, Hakkinen acabou sofrendo uma
punição, com a perda de sua classificação no sábado. Com isso, caiu de segundo para quarto no grid, atrás de Ralf Schumacher e Montoya, ambos da Williams.
Michael Schumacher, que já tem o recorde de vitórias na história da F-1, bateu mais
um recorde: nunca um piloto havia feito tantos pontos (113 até agora) no mesmo Mundial -a marca anterior era do inglês Nigel Mansell, com 108 pontos,
conquistada em 1992.
Schumacher precisa vencer o GP do Japão, dentro de duas semanas, para ultrapassar o francês Alain Prost e se transformar no piloto com maior número de pontos conquistados na história da F-1.
O piloto francês Jean Alesi completou em Indianápolis sua corrida de número
200. O recordista é um compatriota seu, Ricardo Patrese, que completou 253 GPs
em sua carreira na F-1.
A equipe Ferrari quase ultrapassou o seu recorde de pontos, que tinha sido de
170 pontos na temporada 2000, mas chegou perto, com o 168º ponto conquistado
nesta pista. Se conquistar mais 3 pontos na última corrida, baterá seu recorde
anterior. Esse recorde entretanto ainda está longe do recorde obtido pela
McLaren, na temporada de 1988, que com Senna e Prost obteve 199 pontos, um
recorde histórico e difícil de ser quebrado tão cedo.
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