Classificação do GP da Alemanha de 2.000
| Pos. |
Piloto |
Nº |
País |
Equipe |
Motor |
Tempo (s) |
| 1º |
Rubens Barrichello |
4 |
BRA |
Ferrari |
Ferrari |
1h
25m 34,418s
215,340 km/h |
| 2º |
Mika Hakkinen |
1 |
FIN |
McLaren |
Mercedes |
-7,452 |
| 3º |
David Coulthard |
2 |
ING |
McLaren |
Mercedes |
-21,168 |
| 4º |
Jenson Button |
10 |
ING |
Williams |
BMW |
-22,685 |
| 5º |
Mika Salo |
17 |
FIN |
Sauber |
Petronas |
-27,112 |
| 6º |
Pedro de la Rosa |
18 |
ESP |
Arrows |
Supertec |
-29,079 |
| 7º |
Ralf Schumacher |
9 |
ALE |
Williams |
BMW |
-30,897 |
| 8º |
Jacques Villeneuve |
22 |
CAN |
BAR |
Honda |
-47,537 |
| 9º |
Jarno Trulli |
6 |
ITA |
Jordan |
Mugen-Honda |
-50,901 |
| 10º |
Eddie Irvine |
7 |
IRL |
Jaguar |
Ford |
-79,664 |
| 11º |
Gaston
Mazzacane |
21 |
ARG |
Minardi |
Fondmental |
-89,504 |
| 12º |
Nick Heidfeld |
15 |
ALE |
Prost |
Peugeot |
-5
voltas |
| 13º |
Heinz-Harald Frentzen |
5 |
ALE |
Jordan |
Mugen-Honda |
-6
voltas(NQ) |
| 14º |
Jos Verstappen |
19 |
HOL |
Arrows |
Supertec |
-6
voltas(NQ) |
| 15º |
Ricardo Zonta |
23 |
BRA |
BAR |
Honda |
-8
voltas(NQ) |
| 16º |
Marc Gené |
20 |
ESP |
Minardi |
Fondmental |
-12
voltas(NQ) |
| 17º |
Alexander Wurz |
12 |
ALE |
Benetton |
Playlife |
-14
voltas(NQ) |
| 18º |
Pedro Paulo Diniz |
16 |
BRA |
Sauber |
Petronas |
-16
voltas(NQ) |
| 19º |
Jean Alesi |
14 |
FRA |
Prost |
Peugeot |
-16
voltas(NQ) |
| 20º |
Johnny Herbert |
8 |
ING |
Jaguar |
Ford |
-33
voltas(NQ) |
| 21º |
Michael Schumacher |
3 |
ALE |
Ferrari |
Ferrari |
-45
voltas(NQ) |
| 22º |
Giancarlo Fisichella |
11 |
ITA |
Benetton |
Playlife |
-45
voltas(NQ) |
| Recordista deste GP |
Rubens
Barrichello (# 20) à 232,947 km/h |
1min
44,300s |
Fatos da
Corrida:
Logo na largada Coulthard deu
uma fechada no Schumacher, permitindo que Hakkinen fizesse a ultrapassagem por
ambos. Na ânsia de retomar a posição Schumacher saiu para o lado de
Fisichella, e ambos acabaram batendo, saindo da corrida.
Rubinho é que largou muito bem e já foi logo passando vários carros. Na 3ª
volta ele já estava na 7ª posição, e na 5ª volta, ele chegava ao 5º lugar.
Mais algumas voltas e Rubinho já estava posicionado em 3º lugar.
Mas com um tanque mais vazio que os demais, exceto as Jordans que também
pensavam em parar 2 vezes, ele foi o primeiro piloto a parar para fazer seu
reabastecimento. Ao retornar à pista ele ficou na 5ª posição.
Na volta 19 um fato inédito ocorreu, neste conturbado e tão especial GP, com a
entrada na pista de um bêbado, o que obrigou a entrada do Safety-car na pista,
e ajudou o Rubinho e se aproximar dos líderes. Quem se prejudicou nesta
situação foi o escocês Coulthard, que teve que dar uma volta inteira atrás
do Safety-car, numa velocidade muito baixa.
Uma volta depois da relargada Diniz e Alesi batem forte, e ambos têm que
abandonar a corrida. E nova entrada do Safety-car na pista.
Na volta 32 começou a chover, e vários carros entraram rapidamente nos boxes,
para a troca de pneus de seco para os de chuva, tal como fez o piloto
finlandês. Entretanto Barrichello, Coulthard, Frentzen e Zonta fizeram uma
aposta e resolveram arriscar, e se mantiveram na pista, já como líderes. Mas
Zonta bateu duas voltas depois, e todos, exceto Rubinho, foram para fazer
também suas trocas.
Nas voltas finais, com Rubinho mantendo-se com seus pneus de seco, Hakkinen
começou a tirar mais de 1 segundo por volta. No início tirando até quase 2
segundos, foi depois conseguindo poucos décimos até que faltando 2 voltas
Rubinho já conseguia andar até mais rápido, conseguindo manter uma segura
vantagem de quase 9 segundos. Até cruzar a bandeirada de chegada, festejada por
toda a equipe Ferrari.
Subiram também ao pódio os dois pilotos da McLaren: Hakkinen e Coulthard,
nesta ordem.
Enquanto isso os demais brasileiros terminaram em 15º (Ricardo Zonta) e em 18º
(Pedro Paulo Diniz).
Curiosidades:
O recorde da corrida foi
batido diversas vezes. Barrichello fez por quatro vezes a melhor volta, enquanto
Frentzen bateu o recorde duas vezes. No final coube ao brasileiro fazer a melhor de todas as voltas, em
104,300s (à uma velocidade de 232,947 km/h).
Este GP marcou a 1ª vitória da carreira de Rubens Barrichello, na Fórmula 1,
sendo muito cumprimentado por todos os pilotos, pela equipe Ferrari, e
principalmente pelo alemão Schumacher, que viu sua liderança mantida com esse
resultado. |